© Jhonatan Costa

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Orbit

Sistema de dashboards e gestão de equipes desenvolvido por mim, para uso interno e para os meus projetos com clientes.

Dashboard Gestão de projetos Desenvolvimento de software
Orbit

Visão Geral

O Orbit é um sistema de dashboards e gestão de equipes que estou desenvolvendo para uso interno, focado nas necessidades reais dos meus projetos de tráfego e desenvolvimento com clientes.
A ideia é substituir o uso de várias ferramentas diferentes (como ClickUp ou Notion) por uma solução simples, direta e totalmente adaptada ao meu fluxo de trabalho.

Tudo começou depois que li este blog post do Fábio Akita:
Do zero à pós-produção em 1 semana: como usar IA em projetos de verdade – bastidores do The M Akita Chronicles.

Nesse texto ele fala sobre usar IA de um jeito muito diferente do que eu usava até então: um pair‑programming com IA, com foco em XP (Extreme Programming) em vez de Scrum tradicional. Como na faculdade e nos projetos em que participei o foco sempre foi Scrum, isso me chamou muito a atenção.
Decidi pegar uma necessidade minha de verdade e transformar em um projeto pessoal — e daí surgiu o Orbit.

O Desafio

Eu presto serviço de tráfego pago para diversos clientes e, no dia a dia, preciso:

  • Acompanhar métricas de múltiplas contas e campanhas.
  • Organizar tarefas e entregas entre diferentes projetos.
  • Centralizar informações importantes (briefings, metas, prazos, resultados).

Na prática, eu acabava usando uma mistura de ferramentas (ClickUp, Notion, planilhas, anotações soltas), o que gerava:

  • Dispersão das informações em vários lugares.
  • Dificuldade para ter uma visão consolidada dos resultados por cliente.
  • Atrito para organizar o trabalho e priorizar atividades.

O desafio era criar um sistema único, simples e funcional, que reunisse:

  1. Dashboards das contas de anúncios.
  2. Gestão de projetos e tarefas.
  3. Visão clara de resultados por cliente e por período.

A Solução

A primeira decisão foi aproveitar algo que já faz parte do meu dia a dia: a API do Meta (Facebook/Instagram Ads).
A partir dela, comecei a estruturar um app próprio de dashboard, e a partir desse núcleo fui desenhando quais features o Orbit poderia ter para realmente ajudar no meu fluxo:

  • Dashboards de desempenho puxando dados direto da API do Meta, com visão por conta, campanha e cliente.
  • Módulo de gestão de projetos, com foco em:
    • Tarefas essenciais (sem excesso de funcionalidades).
    • Organização por cliente e por objetivo de campanha.
    • Acompanhamento de status e prazos.
  • Visão consolidada de resultados, conectando métricas de tráfego com o que está sendo feito em cada projeto.

Além do produto em si, o Orbit também é um experimento de processo:

  • Uso IA como par‑programmer o tempo todo, desde arquitetura até refatoração.
  • Adoto práticas de XP em vez de Scrum:
    • ciclos curtos de desenvolvimento,
    • feedback rápido,
    • refino contínuo do código guiado por testes e uso real.
  • Desenvolvimento em horas vagas, priorizando aprendizado e melhoria contínua do meu fluxo de trabalho.

Estou no meio do desenvolvimento, mas já sinto a diferença na forma como penso arquitetura, escrevo código e uso IA como uma extensão do meu raciocínio em vez de algo separado do processo.

Resultados (até o momento)

Mesmo em estágio de desenvolvimento, o Orbit já trouxe alguns ganhos claros para o meu dia a dia:

  • Maior clareza sobre o desempenho das contas de anúncios dos clientes, em um único painel.
  • Menos dependência de várias ferramentas diferentes para organizar tarefas e projetos.
  • Um ambiente de testes real para aplicar pair‑programming com IA e práticas de XP, o que está acelerando meu aprendizado em desenvolvimento de software e em desenho de produtos internos.

À medida que o projeto evoluir, meu objetivo é transformar o Orbit em um hub central para tudo que envolve meus projetos de tráfego e desenvolvimento, mantendo apenas as funcionalidades que realmente uso e preciso.